← Blog07/09/2026
Você tem dois empregos ou dá aulas em mais de uma instituição? É provável que esteja pagando INSS a mais todos os meses.
Se você é profissional de tecnologia ou professor e mantém mais de um vínculo de trabalho simultâneo (CLT+CLT ou CLT+PJ), é muito provável que esteja pagando mais imposto do que deveria.Como as empresas não cruzam informações, o INSS costuma ser descontado de forma isolada em cada contracheque. Quando a soma dos salários ultrapassa o teto legal, o valor excedente é retido indevidamente — ele não aumenta a sua aposentadoria e representa uma perda financeira direta.Garantimos o seu direito de recuperar esse dinheiro de forma ágil e segura:Restituição dos Últimos 5 Anos: Identificamos e recuperamos os valores pagos a maior, com devolução depositada direto na sua conta bancária e corrigida pela taxa SELIC.Procedimento 100% Legal: Realizamos o pedido de restituição diretamente perante a Receita Federal (via PER/DCOMP), sem depender da burocracia do app Meu INSS.Bloqueio de Descontos Futuros: Atuamos na folha de pagamento para notificar as fontes pagadoras, cessando imediatamente as cobranças indevidas nos próximos meses e aumentando o seu salário líquido atual.
No mercado de tecnologia e na docência, a atuação concomitante é extremamente comum:
Desenvolvedores atuando em duas empresas (CLT + CLT ou CLT + PJ);
Professores com contratos simultâneos em faculdades ou escolas diferentes.
O que quase ninguém repara no contracheque: o INSS tem um teto máximo de contribuição mensal.
Quando você mantém mais de um vínculo simultâneo, as empresas costumam fazer a retenção do INSS de forma isolada, sem cruzar informações entre si.
O resultado prático? A soma dos descontos ultrapassa o teto legal do RGPS. O excedente não aumenta sua futura aposentadoria, não traz nenhum benefício adicional e representa, na prática, retenção tributária indevida.
Onde e como recuperar esse valor?
Muitos profissionais acreditam equivocadamente que essa regularização é feita pelo app Meu INSS. Não é.
A cobrança e a fiscalização das contribuições previdenciárias são de competência da Receita Federal do Brasil (RFB). O procedimento correto envolve:
Repetição de indébito administrativo: O pedido de restituição é formulado perante a Receita Federal (via PER/DCOMP Web), demonstrando competência por competência o valor excedente retido na fonte.
Atualização monetária: Os valores pagos a maior nos últimos 5 anos devem ser devolvidos corrigidos integralmente pela taxa SELIC, depositados diretamente na conta bancária do trabalhador.
Ajuste preventivo da folha: Uma vez identificado o teto, é possível apresentar declaração formal à segunda fonte pagadora para cessar os descontos indevidos nos meses seguintes, estancando a perda de renda líquida imediata.
Para quem acumula vínculos há meses ou anos, o montante acumulado a restituir frequentemente atinge a casa dos milhares de reais.
Você já auditou os holerites dos seus contratos simultâneos nos últimos 5 anos para checar se está pagando além do teto?
Este conteúdo é informativo e não constitui aconselhamento jurídico personalizado.
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